MPF abre consulta pública sobre o tempo de publicidade na TV por assinatura
19.1.2010 | 14h04m
O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) abriu uma consulta pública para avaliar o tempo de publicidade na TV por assinatura. A consulta foi denominada “Televisão por assinatura e transparência das relações de consumo: quantidade de programação, quantidade de publicidade e o direito do consumidor à informação”.
Os assinantes de TV paga terão 60 dias para enviar informações e opiniões sobre o tempo de publicidade veiculada durante a programação do serviço. O objetivo do MPF-SP é avaliar a proporção entre a qualidade da programação e o tempo destinado à publicidade. A partir dessas informações, o Ministério vai usar os dados como base para criar um procedimento para o setor.
O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, responsável pelo caso, também oficiou sobre o mesmo tema à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), à Associação Brasileira de TV por Assinatura e a organismos de defesa do consumidor como o Idec e a Associação Pró-Teste.
Os interessados em contribuir com a consulta pública devem enviar um e-mail para consultapublica_mssa@prsp.mpf.gov.br, ou uma carta para o endereço: Peixoto Gomide, 768, São Paulo-SP, CEP 01409-904, com o assunto “consulta pública procedimento 1.34.022.000025/2007-04” no envelope.
40% dos consumidores das classes A e B são mais preocupados com marcas reconhecidas
15.1.2010 | 16h38m
A qualidade dos produtos supera o desejo por consumo de marcas renomadas, segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que envolveu 800 entrevistados. Deles, metade não se preocupa com marcas conhecidas. A maioria dos entrevistados (82,8%), no entanto, concorda que os produtos com melhor qualidade têm preços mais elevados.
Na análise por classes, o resultado apontou que 40% dos consumidores A e B são os mais atentos às marcas. Em contrapartida, os das classes D e E são os mais desinteressados no assunto (66,3%). Segundo Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP, a taxa de consumo mais elevada nas classes A e B apresenta uma forte ligação com o status que as grandes marcas conferem a quem as consome.
A grande diferença é a forma como as classes analisam o produto no ato da compra. Os consumidores mais pobres prezam muito a escolha acertada, pois não dispõem de tanto capital. "Eles consomem produtos de qualidade, sim, desde que sejam beneficiados pelo crédito, mas não necessariamente a escolha vai estar ligada à marca. Ele se permite pagar mais caro, mas não quer arriscar", explica.
A pesquisa mostra também que 76,3% dos consumidores preferem qualidade a preço, sendo os das classes A e B os que mais concordaram com a assertiva: "Prefiro um produto de qualidade a um de bom preço", (81,1%). São os consumidores com este perfil os que mais realizaram compras na internet (39,1%) e os que mais compraram produtos com divulgação através de propaganda por e-mail (32,1%).
Entre as classes D e E apenas 7,1% fizeram compras pela internet e 3,1% através de e-mail marketing. O destaque, porém, é que os consumidores destes segmentos são os que mais fizeram compras pela web nos últimos 30 dias (28,6%), reflexo do movimento vivido pela economia nacional e do acesso de novos públicos a opções antes restritas a uma minoria.
No ano passado o mercado publicitário brasileiro cresceu nominalmente, cerca de 7%, um aumento real de 2,5%. Os dados são da Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade).
Segundo Luiz Lara, presidente da entidade e CEO da agência LewLara/TBWA, o resultado foi possível pela força do consumo da população com a compra de bens de higiene, beleza, cosmético, varejo e outros. A isenção do IPI (imposto sobre produtos industrializados) para automóveis e linha branca também ajudaram o mercado. Com a Copa do Mundo e as eleições, a previsão de Lara é que a publicidade cresça cerca de 12%.
Outro ponto importante para o crescimento da propaganda em 2009 foi a regionalização com ações específicas e segmentadas. Um fato que marcou o ano foi o crescimento do número de propostas e leis para restringir a propaganda infantil.
Já o mercado de mídia indoor registrou alta de 4,5% nos investimentos publicitários e a expectativa para este ano também é de aumento. Copa do Mundo Com a Copa do Mundo de 2010, as expectativas para a TV e o rádio são muito boas. A primeira aumentará ainda mais sua penetração com o aumento nas vendas dos aparelhos, já que na última Copa (2006) foram vendidos 10 milhões de aparelhos. O rádio terá mais oportunidades para chegar ao conhecimento dos espectadores com os celulares e a internet.
O rádio chegou a R$ 1,6 bilhão de faturamento em 2007. No ano seguinte o crescimento foi de 3% e de R$ 1,7 milhão. Em 2009, o crescimento foi de 2%. Já a TV alcançou R$ 12,6 bilhões em 2008. Os dados são da Abert (Associação Brasileira de Rádio e Televisão).
Por outro lado o jornal sofreu uma redução no faturamento publicitário de 10% em 2009. Para este ano, as expectativas são melhores com a recuperação da economia brasileira.
Carol Melo é o mais novo promissor nome para a música brasileira, enraizada sob valores familiares que a conduzem para aprimoração de seus dons através de seus pais, Aima e Xiko Melo, pessoas importantíssimas para o crescimento da nova musicista da família. O carisma singular de Carol Melo traduz suas músicas em um simples e singelo sorriso. Carol Melo tem apenas 14 anos, mas já canta como gente grande. Sua paixão pela música começou cedo e veio de berço: Seu avô paterno, Marcelo Melo, falecido em 13 de julho de 1984, já foi considerado por muitos uns dos grandes nomes da música feirense. Assim como seu avô, ainda criança Carol deu os primeiros passos na carreira: cantava no coral da escola e da igreja, cresce com um objetivo em mente: fazer da música sua vida. Mas ela vai além de um simples prodígio: Há 2 anos aprimora seu dom numa escola de música, faz aula de violão e guitarra e compõe e arranja suas músicas. Além da influência de seu avô, Carol carrega em si uma admiração por Ivete Sangalo, Sandy e Tisdle, mas ela não tem um artista preferido, sem preconceitos Carol Melo revela que a sua preferência é a música, pura e simples, pois nela encontramos sentimentos, nos passa uma mensagem. Ela inspira-se em artistas nacionais e internacionais para seguir a linha pop romântica. Um primeiro cd, com três composições próprias e inéditas está no forno e a pegada romântica promete ser mais uma revelação da Bahia. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre a jovem cantora, promessa no mercado, pode conferir suas músicas, através do site: www.carolmelo.net.